O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) autorizou a Agência de Desenvolvimento Regional do Extremo Oeste do Paraná (ADEOP) no último dia 01 de outubro 09 a dar continuidade ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Sustentável, ou Pronaf Sustentável. O Pronaf sustentável na região Oeste do Paraná é coordenado pelo MDA, com o apoio da Itaipu Binacional e a ADEOP será a executora. Com um investimento de 2,5mi o trabalho compreende a realização de 2.500 Planos de Desenvolvimento Sustentável da Unidade Familiar (PDSUF) nas pequenas propriedades de várias bacias da região. O PDSUF é um diagnóstico total da propriedade, elaborado pelos técnicos que serão treinados dentro do Programa. Fará parte do PDSUF o Plano de Controle Ambiental (PCA) que é um estudo ambiental que, além da apresentação do empreendimento, identifica os impactos gerados e suas magnitudes, tudo dentro de planos e programas ambientais. É exigido pelos órgãos ambientais para subsidiar licenciamentos ambientais. Para a realização desse trabalho a ADEOP vai ter uma equipe de 60 pessoas divididos entre instrutores, técnicos de campo e equipe de apoio. Os técnicos estão sendo selecionados. O primeiro curso, para 25 técnicos da área agrícola, teve início no final de agosto com instrutores do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), ADEOP e Itaipu Binacional. No total foram selecionados 100 técnicos. Em breve a segunda turma fará o seu curso. O Secretário Executivo da Adeop, Elsidio Cavalcante, disse que agricultura sustentável é aquela que leva em conta todo um sistema de produção da pequena propriedade. “Não basta ganhar o máximo plantando soja, por exemplo, até por cima da nascente; isso não é agricultura sustentável. Ela precisa ter toda a questão ambiental resolvida; diversificação de cultura e agregação de valores ao que está sendo produzido”. Cavalcante informa que em no máximo 15 dias terá início o trabalho na primeira propriedade. “As propriedades serão definidas pela Itaipu Binacional que possue um cadastro delas inseridas no programa Cultivando Água Boa”. O Presidente da ADEOP, Sebastião Santana, destacou que toda a equipe está motivada para realizar esse trabalho. “É um orgulho realizar esse projeto tendo o aval do MDA e Itaipu Binacional e mostra a credibilidade que a Agência adquiriu nesses poucos anos de atuação na região”. Esse projeto cita Santana, é piloto e que o MDA determinou que fosse realizado no Oeste do Paraná devido à qualidade do que já é executado pela Itaipu no programa “Cultivando Água Boa”.
domingo, outubro 04, 2009
Fórum do Turismo Sustentável da Região Oeste quer melhorar a infra-estrutura turística dos Lindeiros
Em encontro no dia 20 de setembro na cidade de Foz do Iguaçu foi criado o Fórum de Turismo Sustentável Cataratas & Caminhos, que é coordenado pelo Conselho de Turismo Iguaçuense (COMTUR), com a participação do Conselho dos municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, Emater, Sebrae, Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), Itaipu Binacional, entre outros. O Fórum tem por objetivo trabalhar o desenvolvimento do Turismo na região lindeira ao Lago de Itaipu. A Agência de Desenvolvimento Regional do Extremo Oeste do Paraná (ADEOP) foi convidada a participar do Fórum. O Secretário executivo da Agência, Elsidio Cavalcante, disse que no encontro do dia 20 foi criado o Grupo de Trabalho de infra-estrutura para o turismo. “Esse grupo vai estudar e apresentar uma proposta de melhoria da infra-estrutura da região com vistas ao turismo sustentável”. Várias idéias já foram discutidas como, por exemplo, um portal de entrada na cidade de Foz do Iguaçu, apresentando os principais pontos turísticos da cidade e da região. “Além disso, é preciso melhorar a sinalização viária e as rodovias que cortam os municípios lindeiros”, cita Cavalcante. As rodovias precisam estar em bom estado para receber turistas, destaca Elsidio. “Uma delas é a que liga São Miguel do Iguaçu a Guaíra que precisa de melhorias”. Os recursos para investir nessa área virão do Ministério do Turismo, cuja principal exigência é a elaboração de projetos sustentáveis. “O fórum vai definir quais serão os projetos viáveis que deverão ser encaminhados ao governo federal no mês que vem”, cita Elsídio. A região necessita de melhorias em sua infra-estrutura para atrair o turista. Elsidio lembra que o turista quando chega a Foz do Iguaçu já tem seus pontos turísticos definidos que são, principalmente, as Cataratas e a Itaipu. “Precisamos encaminhar os turistas aos pontos turísticos da região lindeira, levando esse turista a conhecer as prainhas, as pousadas, as propriedades rurais, etc. Para isso, precisamos melhorar a infra-estrutura de acesso a esses roteiros”. No segundo encontro dos participantes do Fórum marcado para o dia 5 de outubro, serão apresentadas idéias e sugestões a serem trabalhadas.
segunda-feira, setembro 28, 2009
Campanha de Trânsito conscientiza motoristas de São Miguel

O Rotary Club de São Miguel do Iguaçu com a colaboração de estudantes realizou no último dia 26 no centro da cidade uma “blitz” para os motoristas com o objetivo de mostrar a importância de se dirigir com atenção respeitando as leis de trânsito. Os motoristas que passavam pela Rua Farroupilha esquina com Alfredo Chaves eram abordados pelos rotarianos e alunos para ouvir orientações de trânsito e recebiam um adesivo com a frase: “Dirigindo? CALMA!”.
Essa ideia surgiu depois de se constatar as inúmeras infrações cometidas no trânsito da cidade, disse o presidente do Rotary, João Carlos Boles (Kiko). Informações obtidas junto à Polícia Militar dão conta de que de 1º janeiro até 31 de agosto, foram contabilizados 96 acidentes. Destes, 89 com vítimas. No mesmo período foram emitidas 215 multas. Do total, 93 gravíssimas.
Os estudantes participaram ativamente da campanha tendo em vista a importância dela. A professora do Colégio Franciscano Nossa Senhora de Fátima, Irmã Iara Schneider disse que o Consfat decidiu participar porque sabe do valor que tem a campanha e o esforço do Rotary em ajudar a comunidade. “Quem realiza obras boas para a comunidade tem o nosso apoio”. Para o professor Francisco Heck do Colégio Nestor Victor dos Santos a escola e os alunos se engajaram nessa campanha por ser uma necessidade. “O trânsito está muito agressivo e conscientizar é fundamental e urgente”.
Os motoristas entenderam a ideia e a grande maioria parou para ouvir as instruções e colar o adesivo no seu carro. O Senhor Ildo Kaiser disse que é preciso colaborar e melhorar no trânsito. “Sou uma pessoa calma no trânsito e é preciso que todos sejam”, afirmou. O motorista Valdemar Amboni destacou que é preciso ter calma no trânsito. “Assim como está cada vez maior o número de veículos nas estradas é preciso também aumentar nossa atenção e respeito”, afirmou.
O Rotariano e prefeito de São Miguel do Iguaçu, Armando Luiz Polita, citou que é um trabalho efetivo para conscientizar a população daquilo que é o trânsito. “Quem tem o carro acha que é o dono da rua ou da cidade e não é assim. Temos de respeitar os pedestres, outros veículos e acima de tudo as pessoas que estão na direção de cada carro”.
Essa ideia surgiu depois de se constatar as inúmeras infrações cometidas no trânsito da cidade, disse o presidente do Rotary, João Carlos Boles (Kiko). Informações obtidas junto à Polícia Militar dão conta de que de 1º janeiro até 31 de agosto, foram contabilizados 96 acidentes. Destes, 89 com vítimas. No mesmo período foram emitidas 215 multas. Do total, 93 gravíssimas.
Os estudantes participaram ativamente da campanha tendo em vista a importância dela. A professora do Colégio Franciscano Nossa Senhora de Fátima, Irmã Iara Schneider disse que o Consfat decidiu participar porque sabe do valor que tem a campanha e o esforço do Rotary em ajudar a comunidade. “Quem realiza obras boas para a comunidade tem o nosso apoio”. Para o professor Francisco Heck do Colégio Nestor Victor dos Santos a escola e os alunos se engajaram nessa campanha por ser uma necessidade. “O trânsito está muito agressivo e conscientizar é fundamental e urgente”.
Os motoristas entenderam a ideia e a grande maioria parou para ouvir as instruções e colar o adesivo no seu carro. O Senhor Ildo Kaiser disse que é preciso colaborar e melhorar no trânsito. “Sou uma pessoa calma no trânsito e é preciso que todos sejam”, afirmou. O motorista Valdemar Amboni destacou que é preciso ter calma no trânsito. “Assim como está cada vez maior o número de veículos nas estradas é preciso também aumentar nossa atenção e respeito”, afirmou.
O Rotariano e prefeito de São Miguel do Iguaçu, Armando Luiz Polita, citou que é um trabalho efetivo para conscientizar a população daquilo que é o trânsito. “Quem tem o carro acha que é o dono da rua ou da cidade e não é assim. Temos de respeitar os pedestres, outros veículos e acima de tudo as pessoas que estão na direção de cada carro”.
quinta-feira, setembro 24, 2009
Rotary Club de São Miguel realiza sábado (26) pedágio de Conscientização no trânsito do município
O Rotary Club de São Miguel do Iguaçu realiza neste sábado (26) a partir das 10horas um pedágio para distribuição de adesivos com frase de conscientização aos motoristas do município. Com a frase “Dirigindo? CALMA!” o objetivo é despertar nos motoristas o senso de responsabilidade ao volante com respeito às leis do trânsito. O evento vai acontecer na esquina da Rua Farroupilha com a Alfredo Chaves em frente ao banco HSBC.
Para o presidente do Rotary Club, João Carlos Boles, o Kiko, a idéia surgiu devido à “loucura” que está o trânsito. “O nosso trânsito é bastante tumultuado e queremos conscientizar os motoristas da fundamental importância de se respeitar às leis”. Kiko alerta os motoristas que tenham muita atenção ao trânsito. “Além da família que ele está conduzindo no outro veículo também existe uma família”.
As estatísticas apontam que, somente no Paraná, a morte de pelo menos 2.077 paranaenses poderia ter sido evitada no ano passado, não fossem a violência e a desatenção no trânsito. Todos foram vítimas de um crime tipificado como homicídio culposo de trânsito, ou seja, acidentes com vítimas em que não houve a intenção de matar. O número coloca o Paraná como o terceiro estado brasileiro com a maior quantidade de óbitos nessa área.
Também nesse dia o Rotary Club fará a entrega de uma cadeira de rodas ao Provopar municipal, entidade que possui informações para atender as pessoas que precisam desse objeto.
Para o presidente do Rotary Club, João Carlos Boles, o Kiko, a idéia surgiu devido à “loucura” que está o trânsito. “O nosso trânsito é bastante tumultuado e queremos conscientizar os motoristas da fundamental importância de se respeitar às leis”. Kiko alerta os motoristas que tenham muita atenção ao trânsito. “Além da família que ele está conduzindo no outro veículo também existe uma família”.
As estatísticas apontam que, somente no Paraná, a morte de pelo menos 2.077 paranaenses poderia ter sido evitada no ano passado, não fossem a violência e a desatenção no trânsito. Todos foram vítimas de um crime tipificado como homicídio culposo de trânsito, ou seja, acidentes com vítimas em que não houve a intenção de matar. O número coloca o Paraná como o terceiro estado brasileiro com a maior quantidade de óbitos nessa área.
Também nesse dia o Rotary Club fará a entrega de uma cadeira de rodas ao Provopar municipal, entidade que possui informações para atender as pessoas que precisam desse objeto.
Encontro de negócios e decisões políticas foi a temática do Encomex e Foro dos Prefeitos em Foz

Aconteceu de 15 a 17 de setembro em Foz do Iguaçu o ENCOMEX, Encontro de Comércio Exterior do Mercosul e o Fórum Binacional de Prefeitos do Lago de Itaipu, ambos no âmbito do Foro Consultivo de Municípios, Estados Federados, Províncias e Departamentos do Mercosul (FCCR). Os 03(três) dias foram marcados por encontro de negócios e decisões políticas importantes.
O Encontro de Negócios ENCOMEX Mercosul foi promovido pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) com o apoio da Agência de Desenvolvimento do Extremo Oeste do Paraná (ADEOP).
O Assessor Especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Alberto Kleiman, disse que foi mais um passo na Integração Sul-Americana. “Uma integração verdadeira que estimule os negócios na região para pequenos, micros e médios empresários”. Kleiman lembrou que foi um momento em que esses empresários tiveram a oportunidade de fechar negócios e se informar sobre como exportar seus produtos. “Um encontro que buscou colocar num mesmo espaço oportunidades de negócios e decisões que vão afetar a vida das pessoas”.
O Fórum Binacional de Prefeitos do Lago de Itaipu discutiu o desenvolvimento Logístico do Oeste do Paraná e Leste do Paraguai. O Presidente do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros, Moacir Luiz Froehlich de Marechal C. Rondon, avaliou de forma muito positiva o encontro que contou também com a presença do Presidente do Conselho dos Municípios Lindeiros do Paraguai, Carlos Vicente Riveros. A tônica das discussões ficou em torno de melhorias na infraestrutura regional dos dois lados da fronteira, incluindo a ferrovia, o Porto de Guaíra, o Porto Índio, as estradas troncais do Paraguai, a que beira o lago de Itaipu, entre outras.
O assessor Alberto Kleiman destacou e elogiou a região Oeste do Paraná e Leste do Paraguai pelo trabalho de seus Conselhos de Desenvolvimento. “Temos trabalhado muito com o Conselho dos Lindeiros desde que criamos o Fórum Consultivo dos Prefeitos e Governadores do Mercosul que é um espaço direto desses atores políticos para levarem as suas idéias para os Presidentes para que possam trabalhar de forma conjunta”. Kleiman destacou ainda que o Conselho vêm chamando a atenção das autoridades do Mercosul porque tem um nível de governança e diálogo entre os prefeitos muito elevado. “Fazem projetos e pensam em objetivos comuns”.
O presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Extremo Oeste do Paraná, órgão técnico do Conselho dos Municípios Lindeiros, Sebastião Santana, ficou satisfeito em constatar que a atuação da ADEOP nesse processo vai ao encontro dos objetivos propostos pela entidade que é desenvolver a região de forma sustentável.
No encontro dos prefeitos esteve presente o Presidente da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.), Samuel Gomes, o Diretor Superintendente do DNIT (Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte) Luiz Antônio Pagot e o Sr. Gonzalo Garay do Ministério de Obras Públicas do Paraguai e representante paraguaio da IIRSA (Iniciativa para a Integração Regional Sulamericana), que anunciaram diversas obras de Infraestrutura para a região. Ao final do encontro foi elaborado um documento com as diversas reivindicações dos prefeitos locais intitulada de “Carta do Foro Binacional Brasil/Paraguai dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu”, que servirá de base para o Grupo de Trabalho Binacional que será criado, na seqüência, com a tarefa de agilizar todos os trâmites para execução dos projetos e obras definidas.
O Encontro de Negócios ENCOMEX Mercosul foi promovido pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) com o apoio da Agência de Desenvolvimento do Extremo Oeste do Paraná (ADEOP).
O Assessor Especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Alberto Kleiman, disse que foi mais um passo na Integração Sul-Americana. “Uma integração verdadeira que estimule os negócios na região para pequenos, micros e médios empresários”. Kleiman lembrou que foi um momento em que esses empresários tiveram a oportunidade de fechar negócios e se informar sobre como exportar seus produtos. “Um encontro que buscou colocar num mesmo espaço oportunidades de negócios e decisões que vão afetar a vida das pessoas”.
O Fórum Binacional de Prefeitos do Lago de Itaipu discutiu o desenvolvimento Logístico do Oeste do Paraná e Leste do Paraguai. O Presidente do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros, Moacir Luiz Froehlich de Marechal C. Rondon, avaliou de forma muito positiva o encontro que contou também com a presença do Presidente do Conselho dos Municípios Lindeiros do Paraguai, Carlos Vicente Riveros. A tônica das discussões ficou em torno de melhorias na infraestrutura regional dos dois lados da fronteira, incluindo a ferrovia, o Porto de Guaíra, o Porto Índio, as estradas troncais do Paraguai, a que beira o lago de Itaipu, entre outras.
O assessor Alberto Kleiman destacou e elogiou a região Oeste do Paraná e Leste do Paraguai pelo trabalho de seus Conselhos de Desenvolvimento. “Temos trabalhado muito com o Conselho dos Lindeiros desde que criamos o Fórum Consultivo dos Prefeitos e Governadores do Mercosul que é um espaço direto desses atores políticos para levarem as suas idéias para os Presidentes para que possam trabalhar de forma conjunta”. Kleiman destacou ainda que o Conselho vêm chamando a atenção das autoridades do Mercosul porque tem um nível de governança e diálogo entre os prefeitos muito elevado. “Fazem projetos e pensam em objetivos comuns”.
O presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Extremo Oeste do Paraná, órgão técnico do Conselho dos Municípios Lindeiros, Sebastião Santana, ficou satisfeito em constatar que a atuação da ADEOP nesse processo vai ao encontro dos objetivos propostos pela entidade que é desenvolver a região de forma sustentável.
No encontro dos prefeitos esteve presente o Presidente da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.), Samuel Gomes, o Diretor Superintendente do DNIT (Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte) Luiz Antônio Pagot e o Sr. Gonzalo Garay do Ministério de Obras Públicas do Paraguai e representante paraguaio da IIRSA (Iniciativa para a Integração Regional Sulamericana), que anunciaram diversas obras de Infraestrutura para a região. Ao final do encontro foi elaborado um documento com as diversas reivindicações dos prefeitos locais intitulada de “Carta do Foro Binacional Brasil/Paraguai dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu”, que servirá de base para o Grupo de Trabalho Binacional que será criado, na seqüência, com a tarefa de agilizar todos os trâmites para execução dos projetos e obras definidas.
segunda-feira, setembro 14, 2009
Trânsito em discussão
Morrem em média 35 mil pessoas por ano no Brasil, vítimas de acidentes com automóveis e outros veículos. Isso nos coloca como donos do 5º. trânsito mais fatal do planeta, só atrás da Índia, China, EUA e Rússia. As leis do trânsito brasileiro eram consideradas suaves demais, até que foi promulgado o novo código de trânsito e da chamada Lei Seca. Nosso maior problema, no entanto, não está nas leis, mas no comportamento da população e dos governantes, neste hábito de descumprir as regras, de fazer vistas grossas ao que existe e deixar tudo como está, diz o repórter Alencar Izidoro da Folha de S. Paulo. Debater o tratamento dado pela mídia brasileira ao tema transporte terreste é, na verdade, discorrer dois tipos de pauta, como no caso da aviação. Uma é o transporte de passageiros na cidade; outra, a movimentação de cargas pelo país. Ambas têm em comum a incapacidade do poder público de organizar, projetar, investir e executar obras tanto no primeiro como no segundo caso. O repórter Alex Ricciardi da revista Imprensa ouviu especialistas como Ariverson Feltrin, especializado em transportes: "Somos um país com predominância de transporte rodoviário, mas que por outro lado conta com péssimas estradas. Já nossas ferrovias ficaram durante década nas mãos do Estado, que sucateou trilhos e trens. A privatização no final dos anos 1990 melhorou o sistema por meio de concessionárias, mas não há novas linhas em construção. O governo não investe e as empresas acham que não é obrigação delas”.O urbanista Jaime Lerner observou que as preocupações com a mobilidade urbana estão cada vez mais presentes no dia-a-dia das pessoas. Trata-se de requisito fundamental para a qualidade de vida nas cidades, e como tal tem recebido por parte da imprensa maior atenção e viabilidade: "Uma cobertura superficial, com pouca base, polarizando discussões entre metrô e carros, destacando apenas problemas e orçamentos, empobrece o papel que a imprensa tem a desempenhar". Aprofundar os debates é, portanto, tarefa urgente.
Fonte: www.megabrasil.com.br
quarta-feira, agosto 12, 2009
Mais de 50% dos líderes de empresas são dispensáveis
Uma pesquisa da consultoria Entheusiasmos, desenvolvida ao longo de três anos, revelou que mais de 50% dos líderes de empresas, entre eles presidentes, diretores e gerentes, não têm condições ou preparo para levar suas organizações a um bom desempenho ou até mesmo a sobreviver num futuro próximo. Segundo Eduardo Carmello, diretor da consultoria, esse dado revela que muitas empresas não têm lideranças aptas a entender que 80% do valor que uma companhia gera hoje vem de ativos intangíveis como relacionamentos, marca, conhecimento, reputação e capital intelectual, relacionado diretamente aos empregados.
“Esse dado explica por quê 75% dos empregados de empresas, de modo geral, segundo levantamento do Conselho Americano de Liderança, não acreditam que suas lideranças podem levar as empresas adiante, com sucesso, nos próximos 5 anos. O fato é que boa parte destes líderes, que administram empresas inclusive de grande porte, não entendem questões muito importantes da modernidade como a relevância de ativos intangíveis, o que certamente vai comprometer o desempenho destas companhias em futuro breve”, alerta.
“Líderes precisam agir como resilientes, para promover as transformações necessárias que levem a empresa e entregar resultados de alta performance.”
Nesse sentido, segundo Carmello, muitas empresas se veem diante do dilema de ter que dispensar 50% de sua liderança para ter alguma chance de alcançar sucesso, uma vez que estes líderes têm práticas que inibem a transformação das empresas: “Ao longo de 15 anos de estudos e práticas nas empresas, fizemos algumas perguntas aos líderes e executivos. Uma delas é se eles se consideravam pessoas com conhecimento e eficazes e 80% deles disseram que sim, pois fizeram MBAs, frequentam cursos de atualização e leem várias revistas e jornais. No entanto, quando íamos verificar se estes conhecimentos estavam sendo aplicados, esse índice caía para 39%. E quando íamos avaliar se estes conhecimentos aplicados estavam gerando resultados, o indicador chegava a apenas 19%. Ou seja, apenas dizer que sabe, não significa fazer e, para uma empresa, o fazer é o decisivo, é o que gera resultados”, explica.
Para Carmello, essa enorme descrença nas lideranças empresariais é crítica, pois trava o desenvolvimento das organizações e sua adaptação a mercados crescentemente dinâmicos e mais competitivos. Nesse sentido, as empresas e organizações, de modo geral, precisam agir rápido para compreender de as pessoas que administram as empresas estão preparadas e o que fazer para capacitar aqueles que têm o perfil para a mudança.
Fonte: www.comunique-se.com.br
Fonte: www.comunique-se.com.br
terça-feira, agosto 04, 2009
Medo de contrair H1N1 pode causar pânico e outros problemas psicológicos
Manchetes de jornais e programas de rádio e televisão estão tirando o sono de muita gente. Assustadas com o aumento de casos da influenza A muitas pessoas podem achar que estão infectadas sem estarem – até manifestando sintomas. O mais grave é quando o nível alto de ansiedade causa uma baixa de imunidade e realmente deixa a pessoa vulnerável não apenas ao vírus H1N1, mas a outras doenças.Essas pessoas são vítimas de uma fobia momentânea, como explicam os psicólogos da Clínica Contato Dra. Ana Lúcia Tuma e Dr. Willian Mac-Cormick Maron.“O aparecimento ou intensificação de sintomas é a forma mais comum da relação entre físico e emocional. O medo normal protege a pessoa da doença, já o medo patológico é aquele que protege a pessoa da vida, interferindo na sua felicidade”, afirma a Dra. Ana Lúcia.Há ainda o risco de pessoas muito estressadas desenvolverem transtornos mentais como o TOC ou aquelas que já sofrem desses males terem seu quadro psicológico agravado. O Dr. Willian Mac-Cormick Maron ressalta que os cuidados preventivos em relação a doenças como a gripe A que estão sendo aconselhados - evitar locais muito fechados e aglomerações, lavar corretamente e frequentemente as mãos e outros - não são exageros dentro do contexto atual. Mas, assim que o medo de ficar doente começar a afetar seu bem estar, as atividades do dia-a-dia e os relaciomentos interpessoais, é preciso procurar um médico da área de saúde mental.Segundo a Dra. Ana Lucia, o tratamento pode ser psicoterápico e, se houver necessidade, medicamentoso. “O objetivo principal é diminuir a ansiedade e fortalecer o lado emocional”.
Fonte: www.comunique-se.com.br
terça-feira, julho 28, 2009
Grave mesmo é a epidemia de mau jornalismo
Uma epidemia muito pior que a gripe suína está grassando: a do alarmismo jornalístico.
A nova modalidade de influenza é uma moléstia que ainda não atingiu contingentes mais significativos da população brasileira, além de bem pouco letal.
Mas, trombeteando dia após dia a mórbida contagem de cadáveres, o noticiário causa, em leitores pouco afeitos a estatísticas, a impressão de que estejam diante de uma terrível ameaça.
Longe disto. Em comparação com as grandes pestes do passado, a gripe suína é refresco.
Vale lembrar, p. ex., que a gripe espanhola matou quase 2% da população brasileira, no final da década de 1920: aproximadamente 300 mil pessoas.
Pior ainda é se compararmos os dados da gripe suína com outras causas de mortandade. Aí o que fica evidenciado é a má fé da imprensa.
Vejam o caso da cidade de São Paulo: o número de óbitos ainda não chega a oito.
Pois bem, em maio eu alertei (ver aqui) que a concentração criminosamente elevada de enxofre no diesel mata, somente em São Paulo, capital, 3 mil pessoas ao ano — ou seja, oito por dia!
Mas, como há interesses econômicos de grande monta envolvidos, o assunto é praticamente banido do noticiário.
Já o terrorismo midiático em torno da gripe suína tem sinal verde porque não afetou negócios importantes, pelo menos até agora. Só fez diminuir um pouco o turismo.
Vamos ver se a imprensa manterá o mesmo comportamento leviano caso o público venha a desertar consideravelmente das salas de espetáculos, comprometendo as receitas dos cadernos de variedades.
De resto, tenho a satisfação de louvar, mais uma vez, o corajoso trabalho do ombudsman da Folha de S. Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva, que ousou neste domingo qualificar o estardalhaço promovido por seu jornal em torno da gripe suína como irresponsável (ver aqui).
Seu comentário é uma verdadeira aula de ética jornalística. Vale a pena reproduzir os principais trechos:
“A reportagem e principalmente a chamada de capa sobre a gripe A (H1N1) no domingo passado constituem um dos mais graves erros jornalísticos cometidos por este jornal desde que assumi o cargo, em abril de 2008.
“O título da chamada, na parte superior da página, dizia: ‘Gripe suína deve atingir ao menos 35 milhões no país em 2 meses’. A afirmação é taxativa e o número, impressionante.
“Nas vésperas, os hospitais estavam sobrecarregados, com esperas de oito horas para atendimento.
“Mesmo os menos paranoicos devem ter achado que suas chances de contrair a enfermidade são enormes. Quem estivesse febril e com tosse ao abrir o jornal pode ter procurado assistência médica.
“O texto da chamada dizia que um modelo matemático do Ministério da Saúde ‘estima que de 35 milhões a 67 milhões de brasileiros podem (…) ser afetados pela gripe suína em oito semanas (…). O número de hospitalizações iria de 205 mil a 4,4 milhões’.
“É quase impossível ler isso e não se alarmar. Está mais do que implícito que o modelo matemático citado decorre de estudos feitos a partir dos casos já constatados de gripe A (H1N1) no Brasil.
“Mas não. Quem foi à página C5 (…) descobriu que o tal modelo matemático, publicado em abril de 2006, foi baseado em dados de pandemias anteriores e visavam formular cenários para a gripe aviária (H5N1).
“O pior é que a Redação não admite o erro. Em resposta à carta do Ministério da Saúde, que tentava restabelecer os fatos, respondeu com firulas formalistas como se o missivista e os leitores não soubessem ver o óbvio. Em resposta ao ombudsman, disse que considera a chamada e a reportagem ‘adequadas’ e que ‘informar a genealogia do estudo na chamada teria sido interessante, mas não era absolutamente essencial’.”
A nova modalidade de influenza é uma moléstia que ainda não atingiu contingentes mais significativos da população brasileira, além de bem pouco letal.
Mas, trombeteando dia após dia a mórbida contagem de cadáveres, o noticiário causa, em leitores pouco afeitos a estatísticas, a impressão de que estejam diante de uma terrível ameaça.
Longe disto. Em comparação com as grandes pestes do passado, a gripe suína é refresco.
Vale lembrar, p. ex., que a gripe espanhola matou quase 2% da população brasileira, no final da década de 1920: aproximadamente 300 mil pessoas.
Pior ainda é se compararmos os dados da gripe suína com outras causas de mortandade. Aí o que fica evidenciado é a má fé da imprensa.
Vejam o caso da cidade de São Paulo: o número de óbitos ainda não chega a oito.
Pois bem, em maio eu alertei (ver aqui) que a concentração criminosamente elevada de enxofre no diesel mata, somente em São Paulo, capital, 3 mil pessoas ao ano — ou seja, oito por dia!
Mas, como há interesses econômicos de grande monta envolvidos, o assunto é praticamente banido do noticiário.
Já o terrorismo midiático em torno da gripe suína tem sinal verde porque não afetou negócios importantes, pelo menos até agora. Só fez diminuir um pouco o turismo.
Vamos ver se a imprensa manterá o mesmo comportamento leviano caso o público venha a desertar consideravelmente das salas de espetáculos, comprometendo as receitas dos cadernos de variedades.
De resto, tenho a satisfação de louvar, mais uma vez, o corajoso trabalho do ombudsman da Folha de S. Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva, que ousou neste domingo qualificar o estardalhaço promovido por seu jornal em torno da gripe suína como irresponsável (ver aqui).
Seu comentário é uma verdadeira aula de ética jornalística. Vale a pena reproduzir os principais trechos:
“A reportagem e principalmente a chamada de capa sobre a gripe A (H1N1) no domingo passado constituem um dos mais graves erros jornalísticos cometidos por este jornal desde que assumi o cargo, em abril de 2008.
“O título da chamada, na parte superior da página, dizia: ‘Gripe suína deve atingir ao menos 35 milhões no país em 2 meses’. A afirmação é taxativa e o número, impressionante.
“Nas vésperas, os hospitais estavam sobrecarregados, com esperas de oito horas para atendimento.
“Mesmo os menos paranoicos devem ter achado que suas chances de contrair a enfermidade são enormes. Quem estivesse febril e com tosse ao abrir o jornal pode ter procurado assistência médica.
“O texto da chamada dizia que um modelo matemático do Ministério da Saúde ‘estima que de 35 milhões a 67 milhões de brasileiros podem (…) ser afetados pela gripe suína em oito semanas (…). O número de hospitalizações iria de 205 mil a 4,4 milhões’.
“É quase impossível ler isso e não se alarmar. Está mais do que implícito que o modelo matemático citado decorre de estudos feitos a partir dos casos já constatados de gripe A (H1N1) no Brasil.
“Mas não. Quem foi à página C5 (…) descobriu que o tal modelo matemático, publicado em abril de 2006, foi baseado em dados de pandemias anteriores e visavam formular cenários para a gripe aviária (H5N1).
“O pior é que a Redação não admite o erro. Em resposta à carta do Ministério da Saúde, que tentava restabelecer os fatos, respondeu com firulas formalistas como se o missivista e os leitores não soubessem ver o óbvio. Em resposta ao ombudsman, disse que considera a chamada e a reportagem ‘adequadas’ e que ‘informar a genealogia do estudo na chamada teria sido interessante, mas não era absolutamente essencial’.”
Fonte: Celso Lungaretti
sexta-feira, julho 24, 2009
Veja o lado bom de 10 hábitos que parecem ruins
O mundo moderno traz inúmeros hábitos absorvidos no dia a dia sem a menor percepção de seu impacto na saúde. E muitos se acostumam a ideias prontas, que pregam que isso ou aquilo faz mal. Estresse, videogame, sobrecarga de informações, carne vermelha, chiclete, sol e chocolate são alguns vilões dos nossos tempos. Mas tudo tem seu lado bom. Então confira 10 itens e tire tudo a limpo:
Fonte: www.terra.com.br
quinta-feira, julho 23, 2009
É só uma gripe ou é a tal da suína?
Veja as diferenças e sintomas da gripe comum e da chamada gripe suína, a Influenza A (H1N1)
GRIPE COMUM
>> Febre não chega a 39º>> Dor de cabeça leve>> Cansaço moderado>> Calafrios esporádicos>> Dor de garganta acentuada>> Tosse >> Catarro forte >> Pouca dor muscular >> Leve ardor nos olhos
INFLUENZA A>> Febre repentina de 39º>> Dor de cabeça intensa>> Cansaço extremo>> Calafrios intensos>> Dor de garganta leve>> Tosse seca e sucessiva>> Pouco catarro>> Dor muscular intensa>> Ardor nos olhos intenso
Fonte: Organização Mundial da Saúde Media Centre, mediaenquiries@who.int
GRIPE NAS ESTRADAS - Caminhoneiros são alvo de campanha nacional
As principais vítimas da Gripe Suína no Brasil são caminhoneiros. Até agora, foram registradas 22 mortes, sendo que as três primeiras vitimaram profissionais das estradas. Preocupada com este triste indicador, a Federação Nacional dos Caminhoneiros Autônomos (FENACAM) lança uma campanha de orientação e prevenção, destinada aos profissionais do setor. No começo desta semana a FENACAM iniciou a distribuição de cartilhas e cartazes com orientações básicas sobre as maneiras mais eficientes de se prevenir do vírus H1N1. "Estamos muito preocupados com a classificação de livre circulação do vírus pelo país, confirmada pelo Ministério da Saúde, já que os caminhoneiros rodam por todos os cantos do Brasil”, declara Diumar Bueno, presidente da FENACAM. Segundo ele, os caminhoneiros estão contraindo a doença e a maioria desconhece que existem medidas simples de prevenção contra o vírus. "São um milhão de caminhoneiros autônomos e mais um milhão de contratados que circulam pelo Brasil – muitos deles cruzando fronteiras de países em situação crítica, como Argentina e Chile. Além disso, esta situação se agrava porque eles não têm muito tempo para acompanhar os noticiários, devido o comprometimento com o roteiro, a carga e a manutenção do caminhão", reforça.Para aumentar a efetividade desta campanha, a FENACAM está distribuindo, além das cartilhas, máscaras e gel antisséptico aos caminhoneiros que partem em direção aos locais de maior risco de contaminação. "Consultamos um especialista em medicina do viajante para formatar este material. Além das sedes dos 20 sindicatos, já definimos os pontos estratégicos de divulgação destas peças, todos com grande circulação de caminhoneiros”, finaliza Bueno.
Fonte: www.comunique-se.com.br
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quarta-feira, julho 22, 2009
MSN nas redações: facilidade ou problema?
O MSN é utilizado por 74% dos internautas residenciais ativos no Brasil, segundo dados do Ibope/NetRatings de 2008, somando cerca de 17,1 milhões de pessoas por mês. Embora tenha se popularizado como lazer, a ferramenta também já serve ao trabalho. No meio jornalístico, virou um canal para buscar informações, localizar cases e facilitar a comunicação entre equipes.
Para quem trabalha com notícia e depende da rapidez, estar conectado chega a ser um imperativo. “Não há como se trabalhar desconectado, seja do messenger, do e-mail corporativo, do comunicador interno. Não é possível estar fora desse ambiente de contato”, afirma André Fagundes Pase, professor do curso de jornalismo da PUCRS. O importante é saber dosar essa ferramenta e aproveitar os benefícios que ela pode trazer para o trabalho jornalístico.
Na BandNews RS, o mecanismo é utilizado principalmente na busca de fontes para as reportagens, para a interação com o ouvinte e na comunicação interna. “Nós usamos para nos comunicar entre colegas, muito no caso do produtor dos programas com os apresentadores, ainda mais quando os programas são de fora do estúdio”, conta Natália Pianegonda, repórter da emissora. Já no Correio do Povo, apesar de não ser feito uso cotidiano, de acordo com Telmo Flor, diretor de redação do jornal, a ferramenta é principalmente utilizada pela editoria de variedades e no contato com os correspondentes do interior do Rio Grande do Sul.
Renata Giacobone, sócia da Própria Comunicação, diz que o principal uso do MSN na empresa de jornalismo empresarial é para o contato entre a equipe. O instrumento também ajuda, em alguns casos, quando a agenda das fontes está cheia: “É uma ferramenta que auxilia quando os entrevistados não têm tempo – e quando é conhecida para eles”. A rapidez do contato serve ainda para a procura de cases entre colegas, amigos e conhecidos.
Para quem trabalha com notícia e depende da rapidez, estar conectado chega a ser um imperativo. “Não há como se trabalhar desconectado, seja do messenger, do e-mail corporativo, do comunicador interno. Não é possível estar fora desse ambiente de contato”, afirma André Fagundes Pase, professor do curso de jornalismo da PUCRS. O importante é saber dosar essa ferramenta e aproveitar os benefícios que ela pode trazer para o trabalho jornalístico.
Na BandNews RS, o mecanismo é utilizado principalmente na busca de fontes para as reportagens, para a interação com o ouvinte e na comunicação interna. “Nós usamos para nos comunicar entre colegas, muito no caso do produtor dos programas com os apresentadores, ainda mais quando os programas são de fora do estúdio”, conta Natália Pianegonda, repórter da emissora. Já no Correio do Povo, apesar de não ser feito uso cotidiano, de acordo com Telmo Flor, diretor de redação do jornal, a ferramenta é principalmente utilizada pela editoria de variedades e no contato com os correspondentes do interior do Rio Grande do Sul.
Renata Giacobone, sócia da Própria Comunicação, diz que o principal uso do MSN na empresa de jornalismo empresarial é para o contato entre a equipe. O instrumento também ajuda, em alguns casos, quando a agenda das fontes está cheia: “É uma ferramenta que auxilia quando os entrevistados não têm tempo – e quando é conhecida para eles”. A rapidez do contato serve ainda para a procura de cases entre colegas, amigos e conhecidos.
Quando vira dor de cabeça
Apesar dos benefícios que o uso do MSN pode trazer (como maior agilidade nas entrevistas, no contato interno e até mesmo para encontrar cases) sua utilização ainda é bastante controversa – já que muitas pessoas fazem uso pessoal do mecanismo dentro do ambiente de trabalho, em qualquer tipo de empresa. André Pase, da PUCRS, acredita que é preciso aprender a trabalhar com o programa ligado. “O uso indevido é feito por aquelas pessoas que não estão acostumadas a trabalhar todo o tempo online. Com a prática do trabalho conectado, o MSN pode até estar aberto, mas o profissional sabe que está ocupado. Essa educação às vezes não é algo muito natural, infelizmente, mas é um hábito que está sendo adquirido”. Renata Giacobone acredita que uma solução para evitar esses deslizes é a criação de uma identidade corporativa, na qual apenas estão adicionados contatos profissionais. Assim, não existe a tentação de puxar conversa com o namorado ou o amigo.
Fonte: www.comunique-se.com.br
terça-feira, julho 21, 2009
Café colonial no dia 01 de agosto no Centro de Eventos de São Miguel
O Rotary Club de São Miguel do Iguaçu em parceria com a Associação Pestalozzi e Associação de Senhoras dos Rotarianos (ASR) promove no dia 01 de agosto no Centro de Eventos da Igreja Matriz á partir das 19h30min horas o Café Colonial. Evento que tem por objetivo arrecadar fundos para essas entidades que prestam serviços à comunidade e também proporcionar momentos de descontração e alegria.
Os ingressos já estão à venda com os rotarianos de São Miguel e na Associação Pestalozzi no valor de R$ 15,00 adulto e R$ 8,00 crianças até 8 anos.
O Governador assistente do distrito 4.640, Mário Morgestern de São Miguel, espera a colaboração da comunidade. “A sociedade de São Miguel e região vão colaborar com o evento nessa grande parceria entre as entidades do município”. Mário destacou que vai ser uma noite de confraternização, festa e de colaboração.
O Presidente do Rotary Club de São Miguel, João Carlos Boles, o Kiko, disse que os preparativos estão bem adiantados. “As equipes já estão formadas e trabalhando para deixar tudo pronto”.
Os ingressos já estão à venda com os rotarianos de São Miguel e na Associação Pestalozzi no valor de R$ 15,00 adulto e R$ 8,00 crianças até 8 anos.
O Governador assistente do distrito 4.640, Mário Morgestern de São Miguel, espera a colaboração da comunidade. “A sociedade de São Miguel e região vão colaborar com o evento nessa grande parceria entre as entidades do município”. Mário destacou que vai ser uma noite de confraternização, festa e de colaboração.
O Presidente do Rotary Club de São Miguel, João Carlos Boles, o Kiko, disse que os preparativos estão bem adiantados. “As equipes já estão formadas e trabalhando para deixar tudo pronto”.
quarta-feira, julho 15, 2009
17 alimentos que garantem a boa saúde
1. Abacate atua como antidepressivo
Essa fruta acalma o sistema nervoso porque possui uma substância que controla a ansiedade e as alterações de comportamento. Quando falta a substância, o organismo fica muito mais sujeito a sofrer depressão. Superdica: Para aproveitar ainda mais a a substância antidepressiva do abacate, faça uma vitamina dessa fruta com leite, que fornece doses extras de alegria e disposição.
2. Goiaba é boa para diabéticoss
3. Abacaxi tem ação cicatrizante
4. Banana diminui a pressão alta
5. Mel promove boas noites de sono
6. Couve-flor previne câncer de mama
7. Cenoura melhora a vista
8. Soja combate calor da menopausa
9. Tomate protege de câncer no ovárioo
10. Cebola acaba com a enxaqueca
11. Pimenta controla bronquite
12. Babosa melhora a digestão
13. Alho evita gripes e resfriados
14. Canela tira a febre alta
15. Frango alivia sintomas da TPM
16. Leite evita derrames
17. Azeite afasta doenças cardíacas
3. Abacaxi tem ação cicatrizante
4. Banana diminui a pressão alta
5. Mel promove boas noites de sono
6. Couve-flor previne câncer de mama
7. Cenoura melhora a vista
8. Soja combate calor da menopausa
9. Tomate protege de câncer no ovárioo
10. Cebola acaba com a enxaqueca
11. Pimenta controla bronquite
12. Babosa melhora a digestão
13. Alho evita gripes e resfriados
14. Canela tira a febre alta
15. Frango alivia sintomas da TPM
16. Leite evita derrames
17. Azeite afasta doenças cardíacas
Conteúdo do site ANAMARIA
terça-feira, julho 14, 2009
Apesar da decisão do Supremo, não-diplomados ficam sem carteira profissional
Há quase um mês, o Supremo Tribunal Federal determinou o fim da exigência do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão. Entretanto, nesse tempo, nada mudou. O profissional não-diplomado ainda não consegue obter o registro profissional ou a carteira nacional de jornalista.
Profissionais que atuam no mercado, mas não possuem diploma, dizem que, ao procurarem o sindicato, são informados que a carteira só está sendo expedida para quem possuir registro no Ministério do Trabalho.
“Eu fui ao sindicato dos Jornalistas e eles disseram que não fazem carteirinha para quem não tem registro. Eu falei sobre a decisão do Supremo, mas mesmo assim eles disseram que não”, diz um profissional que atua como jornalista há seis anos, mas não quis ser identificado.
O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade, explica que a emissão de carteiras está suspensa, mesmo para profissionais diplomados, até que o acórdão da decisão do Supremo seja publicado. Por ser um documento de identificação oficial, a sua emissão desregrada pode ser considerada um crime.
“Nós temos que ser absolutamente responsáveis. A carteira da Fenaj é um documento de identidade oficial. Nós precisamos esperar a publicação do acórdão para conhecermos o que o Supremo decidiu exatamente. Há que se ter algumas regras”, explica Murillo.
A assessoria do Ministério do Trabalho informa que até que a decisão do Supremo seja oficializada, a concessão de registro profissional para jornalistas também está suspensa. As Superintendências Regionais estão recebendo os documentos, mas não estão expedindo os registros, inclusive para profissionais diplomados.
Fonte: www.comunique-se.com.br
Profissionais que atuam no mercado, mas não possuem diploma, dizem que, ao procurarem o sindicato, são informados que a carteira só está sendo expedida para quem possuir registro no Ministério do Trabalho.
“Eu fui ao sindicato dos Jornalistas e eles disseram que não fazem carteirinha para quem não tem registro. Eu falei sobre a decisão do Supremo, mas mesmo assim eles disseram que não”, diz um profissional que atua como jornalista há seis anos, mas não quis ser identificado.
O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade, explica que a emissão de carteiras está suspensa, mesmo para profissionais diplomados, até que o acórdão da decisão do Supremo seja publicado. Por ser um documento de identificação oficial, a sua emissão desregrada pode ser considerada um crime.
“Nós temos que ser absolutamente responsáveis. A carteira da Fenaj é um documento de identidade oficial. Nós precisamos esperar a publicação do acórdão para conhecermos o que o Supremo decidiu exatamente. Há que se ter algumas regras”, explica Murillo.
A assessoria do Ministério do Trabalho informa que até que a decisão do Supremo seja oficializada, a concessão de registro profissional para jornalistas também está suspensa. As Superintendências Regionais estão recebendo os documentos, mas não estão expedindo os registros, inclusive para profissionais diplomados.
Fonte: www.comunique-se.com.br
segunda-feira, julho 13, 2009
Professor não crê no êxito dos alunos
O estudo Violência e Convivência nas Escolas, realizado por pesquisadores da Ritla (Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana), aponta que mais de 60% dos docentes entrevistados têm certeza de que seus alunos vão abandonar os estudos para trabalhar. Além disso, só 15% dos professores acreditam que eles vão terminar o ensino médio e encontrar um bom emprego. "Na verdade, essa visão replica o que acontece na sociedade. Essa falta de crença no aluno é a mesma falta de crença e de compreensão que cerca o jovem de forma geral", afirma a autora do estudo, Miriam Abramovay.
Fonte: www.uol.com.br
sexta-feira, julho 10, 2009
Assembleia gaúcha lança portal de rádio
Foi apresentado na manhã dessa quarta-feira (08/07) o portal da Rádio Web da Assembleia Legislativa gaúcha. A cerimônia ocorreu em solenidade realizada no gabinete da presidência da casa. Com o portal, a AL procura aumentar a transparência sobre seus atos e melhorar a comunicação do órgão com as rádios, principalmente as do interior.
Apesar da rádio web existir desde 2001, a novidade fica por conta da disponibilização de boletins, que podem ser baixados e veiculados gratuitamente por outras emissoras. As notícias são produzidas pelos jornalistas e radialistas da Rádio Assembleia. Até agosto está prevista a disponibilização também de newsletter com boletins diários.
De acordo com Marcelo Nepomuceno, diretor de Jornalismo da Superintendência de Comunicação Social da AL-RS, o rádio é o veículo prioritário de comunicação dos deputados estaduais com suas bases eleitorais; entretanto, nos últimos tempos, havia perdido espaço para a TV Assembleia e a agência de notícias da AL. Com essa iniciativa pretende-se renovar o interesse na mídia. O portal pode ser acessado no endereço www.al.rs.gov.br/radioassembleia.
Fonte: www.comunique-se.com.br
Apesar da rádio web existir desde 2001, a novidade fica por conta da disponibilização de boletins, que podem ser baixados e veiculados gratuitamente por outras emissoras. As notícias são produzidas pelos jornalistas e radialistas da Rádio Assembleia. Até agosto está prevista a disponibilização também de newsletter com boletins diários.
De acordo com Marcelo Nepomuceno, diretor de Jornalismo da Superintendência de Comunicação Social da AL-RS, o rádio é o veículo prioritário de comunicação dos deputados estaduais com suas bases eleitorais; entretanto, nos últimos tempos, havia perdido espaço para a TV Assembleia e a agência de notícias da AL. Com essa iniciativa pretende-se renovar o interesse na mídia. O portal pode ser acessado no endereço www.al.rs.gov.br/radioassembleia.
Fonte: www.comunique-se.com.br
quinta-feira, junho 18, 2009
STF decide que diploma de jornalismo não é obrigatório para o exercício da profissão
Por 8 votos a 1, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram na sessão desta quarta-feira (17) que o diploma de jornalismo não é obrigatório para exercer a profissão. Votaram contra a exigência do diploma o relator Gilmar Mendes e os ministros Carmem Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello. Marco Aurélio defendeu a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão. Os ministros Joaquim Barbosa e Carlos Alberto Menezes Direito não estavam presentes na sessão.
Para o relator, danos a terceiros não são inerentes à profissão de jornalista e não poderiam ser evitados com um diploma. Mendes acrescentou que as notícias inverídicas são grave desvio da conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação em curso superior do profissional. Mendes lembrou que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a profissão, foi instituído no regime militar e tinha clara finalidade de afastar do jornalismo intelectuais contrários ao regime. Sobre a situação dos atuais cursos superiores, o relator afirmou que a não obrigatoriedade do diploma não significa automaticamente o fechamento dos cursos. Segundo Mendes, a formação em jornalismo é importante para o preparo técnico dos profissionais e deve continuar nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão.
Para o relator, danos a terceiros não são inerentes à profissão de jornalista e não poderiam ser evitados com um diploma. Mendes acrescentou que as notícias inverídicas são grave desvio da conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação em curso superior do profissional. Mendes lembrou que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a profissão, foi instituído no regime militar e tinha clara finalidade de afastar do jornalismo intelectuais contrários ao regime. Sobre a situação dos atuais cursos superiores, o relator afirmou que a não obrigatoriedade do diploma não significa automaticamente o fechamento dos cursos. Segundo Mendes, a formação em jornalismo é importante para o preparo técnico dos profissionais e deve continuar nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão.
Fonte: www.uol.com.br
sexta-feira, junho 12, 2009
As rádios pagam mal
Os locutores estão assumindo cada vez mais atividades e ganhando cada vez menos....Essa é uma constatação nas emissoras de rádio, principalmente as de cidades pequenas. E olha que é uma profissão que há necessidade de algumas habilidades....Não se encontra locutor em qualquer esquina!
As rádios têm seu quadro reduzido de profissionais. E quando acontece uma baixa por motivo de saúde ou outra necessidade? Aí é um Deus nos acuda! Emissora trabalhando com apenas 02(dois) locutores durante praticamente todo o dia!
Por que não se paga melhor esses profissionais e se contrata mais?
Imagino que é porque os donos visam apenas o lucro e não o bem estar dos locutores e muito menos dos ouvintes. Os locutores são obrigados a assumir outras tarefas para dar uma condição financeira razoável à sua família....só que aí a qualidade fica comprometida pq ficam cansados e estressados....
As rádios têm seu quadro reduzido de profissionais. E quando acontece uma baixa por motivo de saúde ou outra necessidade? Aí é um Deus nos acuda! Emissora trabalhando com apenas 02(dois) locutores durante praticamente todo o dia!
Por que não se paga melhor esses profissionais e se contrata mais?
Imagino que é porque os donos visam apenas o lucro e não o bem estar dos locutores e muito menos dos ouvintes. Os locutores são obrigados a assumir outras tarefas para dar uma condição financeira razoável à sua família....só que aí a qualidade fica comprometida pq ficam cansados e estressados....
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